
Ainda este ano Santo Tirso verá nascer um Centro de Diagnóstico Integrado (CDI) único no País, com um investimento superior a 1,5 milhões de euros. Ficará equipado com TAC, Raio X, ecografias e colheitas de sangue, reforçando cuidados primários, medicina interna e o serviço básico de urgências.
“Teremos um Centro de Diagnóstico Integrado (CDI) único no País, com um investimento superior a 1,5 milhões de euros. Ficará equipado ainda este ano com TAC, Raio X, Ecografias e colheitas de sangue, reforçando cuidados primários, medicina interna e o serviço básico de urgências”, referiu Ricardo Pereira após a reunião com responsáveis da ULS local.
“Depois de anos a ver o concelho a andar para trás, é gratificante encontrar uma direção alinhada com os tirsenses e focada em resolver problemas reais”
Durante a reunião, o responsável máximo da ULS, Luís Vales, transmitiu que Santo Tirso conta hoje com uma cobertura quase total de médicos de família e que estão em curso processos de progressão na carreira dos profissionais, anteriormente parados.
O responsável também anunciou a instalação de mais duas cadeiras de medicina dentária nos centros de saúde, defendendo que “a saúde não pode ser um luxo para uns e um favor para outros”.
No final do encontro, Ricardo Pereira lançou o desafio para a criação de uma unidade pediátrica de urgência, proposta que recebeu abertura por parte da direção da ULS, mas cuja concretização depende da resolução do impasse sobre a passagem do Hospital para a Misericórdia de Santo Tirso.
A propósito deste impasse, o vereador social-democrata sublinhou que “o concelho precisa de decisões e não de distrações”, deixando claro que “Santo Tirso merece mais do que debates estéreis e concursos de quem fala mais alto”.
Segundo Ricardo Pereira, “existem no Município papagaios que se intitulam participantes do movimento de utentes pela defesa do hospital, mas que, afinal, não passam de uma nova esquerda unida”.
“Não querem investimentos e visem apenas segurar alguns lugares para os amigos. Uma forma de estar na vida verdadeiramente ridícula e lamentável. Que não se escondam”, rematou Ricardo Pereira.